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Há alguns dias o assunto mais comentado da semana foi a estreia da terceira temporada de La casa de papel, e talvez você esteja se perguntando o que essa série tem a ver com nossa coluna.

Mas quer saber? Pode até parecer muita loucura, mas foi revendo um dos episódios dela que eu recebi mais uma das mais brilhantes e confrontantes mensagens de Deus.

É eu sei, é uma série sobre um roubo na casa da moeda, assaltantes invadem e fazem pessoas de refém, eu sei, não precisa me condenar de cara, apenas me permita contar minha experiência.

Vou tentar colocar o contexto sem dar spoilers para quem pretende assistir...

Como eu já disse, a série se trata de um roubo na casa da moeda, oito ladrões entram e um fica do lado de fora, esse que fica é intitulado o Professor, ele basicamente é a mente brilhante de todo o plano, bom, muita coisa acontece, e sempre que parece o fim, uma reviravolta acontece e te faz prender o fôlego.


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Bom, cenário montado, vamos ao que interessa, em um dos episódios, acontece uma pequena falha na comunicação dos ladrões de dentro da casa da moeda com o Professor do lado de fora, e isso acaba gerando uma grande confusão e desespero entre os ladrões, um deles, uma mulher com codinome Tóquio, começa a pensar em um plano alternativo, nem todos concordam então eles decidem então fazer uma votação, quem confia no Professor e escolher esperar por ele, e quem não confia tanto assim e prefere agir, e foi exatamente nessa cena que eu comecei a olhar com outros olhos, por que enquanto a votação acontecia a maioria decidiu confiar no Professor, pois como eles mesmos disseram, por mais que parecesse tudo estar perdido, eles confiaram nele para entrar lá e iriam até o fim com ele, pois confiavam nele o suficiente para saber que ele cuidaria de tudo, porém mesmo com a votação encerrada, ela não aceitou e decidiu agir por conta própria, o que acabou gerando uma confusão gigantesca e com consequências bem ruins para ela...

Esquecendo o roubo e tudo em volta, isso me levou a pensar em quantas vezes eu mesma já estive presa, encurralada em um lugar onde minha única alternativa era confiar nEle, e quantas vezes eu fiz o mesmo que a Tóquio.

Muitas vezes na minha vida eu agi como ela agiu, muitas vezes eu disse confiar, mas no primeiro contratempo eu simplesmente montava meu próprio plano B e o colocava em ação por não confiar o suficiente nEle.

E quantos de nós continuam fazendo isso?

Será que realmente confiamos durante todo o tempo ou apenas quando nos é conveniente?

O que precisamos é entender que por pior que pareça a situação, por mais perdido que tudo pareça, ainda assim precisamos confiar nEle, afinal, quem começou a boa obra é fiel para cumprir (Filipenses 1:6).

Precisamos confiar, não apenas no começo, não apenas quando tudo parece certo, não apenas quando ouvimos Sua voz e temos nossas dúvidas respondidas, não apenas nas pequenas vitórias, mas também quando tudo parecer confuso, quando a vitória parecer longe demais e o desespero estiver batendo a porta.

Continue, persista, confie, você pode não estar entendendo nada, mas eu tenho certeza que Ele tem tudo sob controle, nada passa despercebido, nada acontece fora de Seu controle, nosso papel é apenas CONFIAR.

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