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Olá queridas, Graça e Paz! Hoje gostaria de falar sobre nosso tempo livre e a administração dele (o que muitas das vezes que não ocorre). 
Há vários fatores sobre os perigos que envolvem uma mente e um corpo ocioso. Mas podemos citar pelo menos quatro deles como fundamentais para a queda de muitas de nós atualmente...

1. Lascívia. (Lucas 12:5)
Realmente há um grande ataque contra a pureza espiritual no meio feminino, embora muitas pensem neste assunto como pauta para homens. Livros, seriados, redes sociais, chats entre amigos e a mídia em geral lotam conteúdos com cenas erotizadas, ideologias tortas e material exitante para jovens e maduras mulheres. 
É realmente verdade que o mal já está em cada um, e um conteúdo não pode ser responsável por nossas ações, mas ele pode ser armazenado em nossas mentes e acessado nas horas em que ela não tem mais nada de útil para fazer, resultando em danos carnais. A masturbação é um claro exemplo disso. Como sabemos, ela não é um ato praticado apenas com o corpo, mas que envolve também a mente. E muitas, quase que sem perceber, todos os dias têm caído neste e em tantos outros pecados, nas horas livres antes de dormir ou à tarde, após as novelas.

2. Pensamentos e sentimentos depressivos. (Provérbios 4:23)
 Temos a péssima mania de ficar amuada em um canto e cancelar as atividades, quando algo não vai bem e muitas assim, acabam ficando. É triste dizer, mas é a verdade.
Se perguntar para alguém mais antigo, batalhador e do interior de alguma região do país, porque nunca tiveram algo parecido com depressão, à maioria dirá certamente: – “Porque nunca tive tempo”. E não leve a resposta simplória como insulto, insinuando que quem sofre de alguma angústia é um desocupado. Pois, se olharmos com empatia para ela de fato, eles não tinham nenhum tempo para estarem tristes. Mesmo em profunda angústia ou desânimo, eles continuavam se levantando para trabalhar pesado de manhã até a noite, criando seus filhos em meio ao caos e sustentando suas casas.
A depressão começa na alma. As crises começam com sentimentos trancados e acumulados. Tudo tem um início sutil. E ele é quando se passa um longo tempo pensando no que falaram a nosso respeito, stalkeando quem nos magoou, lamentando por quem já partiu, dando ouvidos a maligna voz que diz que não temos valor algum.

3. Choque de realidade. (Mateus 10:16/Efésios 6:13)
Conheço muitas garotas que viveram sua solteirice nas casas de seus pais, de forma ociosa frente à Netflix e salas de bate-papo. E quando se casaram ou se tornaram mães pela primeira vez, tiveram um grande choque de realidade do qual foi muito difícil de se recuperarem. Como também senhoras que sabiam de tudo um pouco, mas que sofreram demais durante uma campanha, por nunca terem orado mais do que 5 minutos seguidos em toda vida. Aprender no improviso é muito mais difícil!

4. Falta no Reino de Deus. (Lucas 12:20)
Este último, eu diria que é o mais importante que qualquer coisa. Pois não há sentimento tão ruim, quanto ao de estar prestes a falecer com a consciência de não ter trabalhado no Reino de Deus o tanto quanto deveria, eu imagino. O Apóstolo Paulo afirma que devemos remir os dias, porquanto eles são maus. (Efésios 5:16)
Só vivemos uma única vez sobre a terra. Não teremos outra chance de falar sobre Jesus para aquele amigo. Não teremos outra oportunidade de buscar a Deus por nossa casa. Não haverá mais tempo de fazer qualquer coisa, nem que seja entregar um folheto de evangelização na caixa de correio do vizinho, depois de partirmos.

O tempo livre e não administrado bem, pode ser mais nocivo do que pesam e talvez seja o ponto onde temos caído. 
Não gastem suas vidas de forma inútil! Há dezenas de cursos profissionalizantes com certificado de conclusão através da internet. Há vários títulos de livros de estudo e apoio espiritual. Milhares de ministrações no YouTube. Grandes novos idiomas que podem ser aprendidos. Uma tonelada de minutos vagos, prontos para serem preenchidos com orações – Nisto invistam! Mesmo que esteja sendo difícil lidar com seus sentimentos no momento. Mas, não gastem o que já é pouco e raro, com cochilos, lenços, celular ou passeios vagos no domingo. Nós, com toda certeza nascemos para obras maiores que essas.

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