Post Page Advertisement [Top]


Há alguns dias atrás, eu estava na rua de casa quando vi uma cena que me deixou encantada e ao mesmo tempo confrontada.

Eram três meninos que estavam fazendo um culto, um estava a frente fingindo segurar um microfone enquanto os outros dois estavam sentados a sua frente, estava chovendo fraco, mas eles abriram o guarda chuva e continuaram , o “cantor” puxou um hino e os outros se animaram ainda mais cantando alto junto com ele e dando Aleluias e Glórias.

A principio a cena me deixou encantada, ver três meninos cantando de um jeito tão animado, livres e divertidos, me trouxe um sentimento de pureza e inocência muito grande, então isso me levou a meditar sobre essa cena.

Sobre como nós já fomos como essas crianças que gostavam de louvar sem nos importarmos com onde estávamos ou o que iriam pensar.

Aquelas crianças estavam na calçada, pessoas passando a todo minuto, algumas olhavam elas ali e riam, outras achavam legal, outras faziam cara feia, mas isso não abalou aqueles meninos, eles continuaram.

Então por quê nós paramos com tão pouco?

Quando foi que perdemos a inocência de iniciarmos um louvor puro, mesmo que não seja no lugar mais provável, aliás, principalmente nos lugares improváveis?

Por que crescemos e passamos a limitar nosso contato com a adoração a paredes, por que restringimos tanto nossa adoração intensa aos cultos?


Publicidade:

Aqueles três meninos me fizeram meditar sobre como os passar dos dias levam embora nossa leveza, nossa inocência e nossa pureza.

Quem me conhece sabe ou pelo menos já me ouviu dizer alguma vez que a melhor fase da minha vida foi minha infância, eu ainda me pego numa onda gigante de nostalgia quando me lembro das musiquinhas, das coreografias desajeitadas e da alegria que tinham tudo aquilo.

Não importava se era dentro da igreja ou na calçada, não importava se estava sol ou chuva, se pessoas achavam bom ou não, se recebia sorrisos ou olhares feios, nada disso importava.

Era puro. Era ingênuo. Era livre!

Depois daquela cena minha oração tem sido para que aquela inocência, aquela pureza e aquela liberdade retornem aos nossos corações. Que sejamos como aqueles três garotos que até mesmo no meio do rua, sentados na calçada, no meio da chuva, que transbordemos adoração, que a essência de quem somos não se perca no nosso dia a dia, que sejamos novamente como crianças apaixonadas e encantadas com o nosso Pai. Que o primeiro amor reacenda e incendeie tudo ao nosso redor.

Mas Jesus chamou a si as crianças e disse:
 "Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas.
Digo a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele".

LUCAS 18: 16-17

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Sua opinião é extremamente importante, Comente!