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                Em Marcos 24:12 diz: “e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará”
                Esse versículo estava na minha cabeça a alguns dias e eu já tinha a certeza que havia entendido, afinal ele parece bem simples de se entender, não é mesmo?
Quer dizer, com tanta maldade no mundo, parece esperado que o amor das pessoas umas pelas outras se esfrie.
                Mas enquanto eu meditava sobre esse versículo, comecei a enxerga-lo de uma outra ótica.
                O amor dos filhos pelo Pai tem se esfriado.
                Essa semana eu acabei ouvindo e lendo algumas coisas a respeito de uma pregação que estava na internet, uma discussão se levantou e acabou levantando muitas questões que realmente merecem ser discutidas, mas uma que me causou total espanto, foi a teoria de que estamos nos acostumando demais com um Deus de amor. Eu ouvi isso de um cristão, de alguém que conhece ou ao menos espera-se que conheça a Deus.
                Essa afirmação me chocou por que parece com a de alguém que nunca realmente conheceu a Deus, por que se tivesse conhecido saberia que é exatamente assim que Deus é, um Deus de amor, Ele é a própria definição do amor.
                Mas ás vezes estamos tão perdidos, sem esperanças, desolados e decepcionados com nós mesmos, que não acreditamos que realmente exista um Deus de amor.
                Mas existe.
Ele é real!          
                Não tem a ver com merecimento, por que não merecemos, tem a ver com Ele ser o próprio amor, Ele não depende de como iremos agir para então nos amar, Ele apenas nos ama, por que independente de quem somos, Ele continua fiel a quem Ele é.
                Então se você tem alguma dúvida sobre acreditar ou não nesse Deus de amor que andam falando por aí, acredite. Ele existe.
                Não quer dizer que Ele irá passar a mão na sua cabeça e te dar tudo que você quer, também não quer dizer que você pode viver uma vida de pecados se enchendo de todos os prazeres que quiser e depois se achegar a Ele apenas para desfrutar desse amor e então quando se sentir menos vazio retornar ao mesmo lugar em que estava, não, também não é assim que funciona.
                Ele puxa a orelha, Ele te deixar passar pelas consequências dos seus erros, Ele não é o Pai que simplesmente paga a fiança e te dá a chave do carro e todas as mordomias, Ele tem disciplina, mas Ele continua sendo o Deus de amor.
 Aquele a quem você pode recorrer quando se arrepende de seus erros, Aquele pra quem você pode contar todos os seus segredos, mesmo aqueles que ninguém mais sabe, e Ele não irá se escandalizar e te largar. O amor d’Ele conhece todos os seus defeitos, mas não despreza um coração arrependido.
                O amor d’Ele existe, e o que Ele mais quer é que nos acostumemos a vê-lo assim, como o Pai amoroso que Ele é.


Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: sermos chamados filhos de Deus, o que de fato somos! Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conheceu.
1 João 3:1

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