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“Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora a de vir o vosso Senhor.” (Mateus 24:42)

  Arrebatamento é a maior esperança daqueles que almejam ascender aos céu e encontrar com Cristo. Além do mais, este é o marco do final do processo de salvação e da redenção que está se desenvolvendo na vida dos crentes, através da atuação do Espírito que pela palavra nos traz santificação. A volta de Jesus é um evento cujo não há data revelada para acontecer, mas pela nossa fé nas promessas de Deus a sua igreja cremos que este as cumprirá. E o propósito do Senhor em arrebatar os fieis é para que esteja em eterna e total comunhão.
 Jesus no capítulo 14, do Evangelho de João, revela que Ele foi preparar lugar para nós, mas que viria outra vez e nos levaria para ele mesmo, para que onde ele estiver, estejamos também. O tema da volta do nosso Salvador deveria ser, não o motivo do nosso medo, mas assim como o escritor da Epístola aos Hebreus nos orienta no capitulo 10 e versículo 23, para que “retenhamos firmes a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu”, ou seja, o que o autor está querendo nos dizer é que nós devemos guardar, conservar, sustentar, ou ainda, segurar com firmeza a esperança de que fiel é o nosso Senhor que nos fez a promessa. Ainda neste capítulo, porém no versículo 37 há para nós uma explicação do motivo pelo qual devemos continuar crendo nesta promessa: “porque ainda um poucochinho de tempo e o que há de vir virá e não tardará.”

[Poucochinho significa “muito pouco”, “pequena quantidade”. Os incrédulos, ateus e adeptos de outras crenças podem nos ridicularizar dizendo que nossa esperança é vã e que já faz muito tempo que estas palavras foram ditas, neste segundo quesito eles até estão certos, já são mais de mil anos que os cristãos assim esperam e anseiam por Cristo, mas estes se esqueceram que Deus trabalha é no tempo dEle, e que como diz o Apóstolo Pedro em sua Segunda Epístola 3.8 “que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.”]

Os sinais que antecedem o arrebatamento:

  Apesar de não ter nos deixado um dia marcado para vir buscar a sua igreja, Jesus, em seu sermão profético do capítulo 24 de Mateus e através dos autores do Novo Testamento nos revela sinais que ocorrerão antecedendo o arrebatamento.
    1.O primeiro sinal será o surgimento de falsos profetas, estes se auto intitularão de Cristo e enganarão a muitos. Ou seja, o início dos eventos antecedentes a volta do nosso Messias se inicia no sistema religioso e é uma provação para que os sinceros, os fieis, os verdadeiros se manifestem em favor da pureza do Evangelho e pelo zelo para com a igreja. (Mt 24.5)
   2. Guerras e rumores de guerras, são os sinais seguintes, e está relacionado a política internacional e a diplomacia dos países. Em detrimento a essa crise política levantará nação contra nação e reino contra reino, gerando assim fomes e pestes. (Mt 24.6-7) 
   3. Terremotos e as catástrofes naturais que irão trazer destruição sobre vários lugares também anunciarão que o Senhor está perto. (Mt 24.7)
     4.Em seguida haverá grande perseguição contra a igreja de Deus, segundo a Bíblia, irá haver matanças, seremos odiados por todos os povos, traição e aborrecimento. Isso levará a desencadear um aumento assombroso da iniquidade e do pecado, tento por consequência o esfriamento do amor. Mas em tudo isso não poderemos desistir, pois somente “aquele que perseverar até o fim será salvo. (Mt 24.9-13)
   5.O Apóstolo Paulo escrevendo a Segunda Epístola a Timóteo descreve no capítulo 3.1-5 “que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos, porque haverá homens amantes de si mesmo, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te”. 
    6.Apesar dos últimos dias ser de muito trabalho, existe um sinal de exclusividade para a igreja. O Apóstolo Pedro, no dia de Pentecostes, em Atos 2.17-18, vai mencionar o cumprimento de uma profecia de Joel que diz: “E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que nos últimos dias derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos terão sonhos; e também do meu Espírito derramarei sobre os meu servos e minhas servas, naqueles dias, e profetizarão”. “Últimos dias” se refere a todo o período em que a igreja estiver aqui na Terra. O mundo cheio de problemas, mas a igreja precisa ser cheia de poder até o arrebatamento. “Não vos embriagueis com o vinho em que há contendas, mas enchei-vos do Espírito Santo de Deus.”

 O arrebatamento da igreja é primeiramente para livrá-la da grande tribulação que será um período de sete anos de juízo de Deus sobre aqueles que não creram na sua palavra. A promessa deste livramento se encontra no Livro de Apocalipse, capítulo 3 e versículo 10, em que o Senhor, através do Apóstolo João na ilha de Patmos diz a igreja de Filadélfia: “como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo mundo, para tentar os que habitam na terra”. 

1 Coríntios 16.52-54 diz que o arrebatamento da igreja ocorrerá da seguinte maneira:

“Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Porque convém que isto que corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então, cumprir-se-á a palavra escrita:”

E alguns teólogos afirmam que a continuidade desse texto será a canção que cantaremos nos ares; vendo a morte sendo derrotada iremos cantar: 


“Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória.”

  Não haverá momento de se preparar, vestir a melhor roupa ou se despedir, num piscar de olhos estaremos subindo. 1 Tessalonicenses 4.16-17 “Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, com voz de arcanjo, e com trombeta de Deus; e os que morrera, em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os que ficamos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar com o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor.”

  Nós não sabemos o dia, não sabemos a hora, mas sabemos que ele vem aí. A volta do nosso Salvador está próxima e para onde iremos é muito melhor do que onde estamos. 1 Coríntios 2.9 “mas, como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem são as que Deus preparou para os que o amam.” O melhor de Deus para os salvos está perto, não é hora de desistir por causa das lutas; 2 Coríntios 4.17-18 “porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente, não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as coisas que se veem são passageiras, e as que se não veem são eternas.”


  Nossa pátria não é aqui, nossa cidade não aqui, apesar de muitos viverem como se fossem daqui, mas nós somos cidadãos do céus. Hebreus 11.13-16 “todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas, mas, vendo-as de longe, e crendo nelas, e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Porque os que isso dizem claramente mostram que buscam uma pátria. E, se na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornas. Mas, agora, desejam uma melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou lugar.” E quando chegarmos naquela cidade Santa andaremos em ruas de ouro e cristal e ele enxugará dos nossos olhos toda a lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas são passadas e tudo se fez novo.

  No capítulo 19 de Apocalipse, João vê os salvos adorando ao adentrarem os céus para as bodas do cordeiro dizendo: “Aleluia! Salvação, e glória, e honra, e poder pertencem ao Senhor, nosso Deus” (v. 1); aí no versículo 7 os arrebatados declaram “Regozijemo-nos, e alegremos, e demos-lhes glória, porque vindas são as bodas do Cordeiro...” Eu já imagino Jesus dizendo “Vinde, benditos de meu Pai, possuí por herança o Reino que vos está preparado desde a fundação do mundo.”

  Igreja precisa estar atenta, pois em breve ouviremos a trombeta SOAR anunciando o noivo vem aí. Então os anjos ajuntarão os santos nos quatro cantos de uma a outra extremidade da terra. Vigia, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do Homem, porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam e davam-se em casamento, até ao dia que Noé entrou na arca, e não perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do FILHO DO HOMEM. Então, estando dois no campo, será levado um, e deixado outro; estando duas moendo no moinho, será levada uma, e deixada outra. VIGIAI, POIS, PORQUE NÃO SABEIS A QUE HORA HÁ DE VIR O VOSSO SENHOR.           

“Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho! Amém! Maranata! ORA VEM SENHOR JESUS!” 



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